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Projeto Hospitais Saudáveis

Desafio a Saúde pelo Clima



Projeto Hospitais Saudáveis

Desafio a saúde pelo clima. Junte-se a centenas de organizações de saúde comprometidas com a ação climática. Ciclo 2020/2021
Conheça o Roteiro Global para Descarbonização do Setor Saúde
 
 
O Desafio a Saúde pelo Clima é um programa internacional coordenado pela Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis, que reúne e mobiliza organizações de saúde de todo o mundo a se tornarem mais resilientes e reduzirem progressivamente suas emissões. Os participantes do Desafio reportam dados e recebem suporte técnico para gerenciar seu impacto climático com base em três pilares: liderança, resiliência e mitigação.
 
Todos os hospitais, unidades e sistemas de saúde do Brasil estão convidados a participar da iniciativa, ajudando a promover uma assistência à saúde que proteja o clima e exercendo a liderança da ação climática no setor saúde. O programa oferece ferramentas e apoio técnico para ajudar as organizações de saúde a mensurar, controlar e monitorar, e reduzir suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).
 
Por meio do Desafio a Saúde pelo Clima, a Saúde sem Dano tornou-se o parceiro oficial da Race to Zero (RtZ) para o setor saúde. A RtZ é a maior aliança multissetorial já criada e comprometida em alcançar emissões líquidas zero de carbono até 2050. Com isso, o Desafio passa a ser também uma ferramenta de acompanhamento da RtZ para o setor saúde e seus sistemas e metas serão integrados para as instituições que aderirem ao compromisso da campanha. Saiba mais sobre a adesão ao RtZ e sua integração com o Desafio a Saúde pelo Clima, clicando aqui.
 
 
Participe do Desafio a Saúde pelo Clima
Para participar do Desafio é necessário que a sua organização seja membro do PHS. A adesão instituicional e a participação nos Desafios é 100% sem custos e garante a inclusão na Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis.
 
(primeiro acesso)
(já é participante)
 
 
Avisos importantes
 

Recursos e materiais de apoio 

 
Sobre a participação
 
Confira as atividades que as organizações participantes devem realizar a cada ciclo:
  • • Identificar e coletar dados das fontes de emissões de GEE dos escopos 1, 2 e 3 utilizando a planilha de apoio;
  • • Elaborar o inventário de emissões de GEE por meio da Ferramenta de Cálculo do GHG Protocol;
  • • Reportar anualmente o inventário de emissões ao PHS;
  • • Reportar dados sobre as características da unidade de saúde pelo formulário “Dados perfil anual”; Basta preencher uma vez, caso a organização participe de outros Desafios.
  • • Reportar as ações de liderança e resiliência da organização
  • • Estabelecer metas de redução de emissões: planejar a redução a partir de um marco (ano de referência)
  • • Realizar a gestão continuada de emissões de GEE: ações de monitoramento e controle
Para mais detalhes, consulte a orientação para participação disponível em Recursos e Materiais de Apoio.
 
Benefícios da participação
  • • Participação na Rede Global Hospitais Verdes e Saudáveis.
  • • Ferramentas e orientação técnica 100% sem custos para estabelecimento e gestão de metas de redução de GEE.
  • • Participação em eventos exclusivos.
  • • Acesso a conteúdos atuais e relevantes sobre temas de interesse.
  • • Publicação de estudos de caso em publicações nacionais e internacionais.
  • • Possibilidade de adesão à Race to Zero, campanha multissetorial da CQNUMC/UNFCCC.
  • • Reconhecimento nacional e internacional por meio dos prêmios Amigo do Meio Ambiente (PHS) e Challenge Climate Champions (Saúde sem Dano)

Mudanças Climáticas e Setor Saúde
 
Saúde e bem-estar para todos não será possível se o aumento global da temperatura exceder 1,5°C. 
 
As mudanças do clima afetarão diretamente a capacidade dos sistemas de saúde de desenvolver suas atividades, não apenas pelos efeitos de desastres naturais mais frequentes, como principalmente pela redução ao acesso a recursos essenciais como água ou energia e pelo impacto de crises sistêmicas de ordem econômica e social.
 
Esse alerta é feito por diversas pesquisas científicas e pelos principais órgãos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde, o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), a Comissão para Mudanças Climáticas e Saúde da The Lancet e Saúde sem Dano, que estudam os efeitos deletérios das mudanças do clima na saúde pública.
 
Torna-se imperativo, portanto, que as organizações de saúde participem ativamente, não apenas dos esforços de adaptação, como são geralmente chamadas as ações em resposta à eventos climáticos extremos e ao aumento da carga de doenças. Cabe também às organizações de saúde assumirem posição de liderança nas medidas de mitigação contribuindo com sua parcela na redução nas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) para o combate ao aquecimento global.
 
Atualmente, o setor saúde gera 4,4% das emissões globais de gases de efeito estufa. Se fosse um país, seria o quinto maior emissor global. (Relatório Pegada Climática do Setor Saúde)
 
O desafio para mudar o cenário é enorme. É preciso inovar em produtos e processos, com a indispensável contribuição de governos, usuários e, principalmente, fornecedores que compõem o complexo produtivo da assistência à saúde. Os profissionais e as organizações de saúde podem – e devem – assumir papel destacado, inspirando pelo exemplo a construção de uma economia de baixo carbono, aplicando práticas inovadoras nas próprias unidades de saúde enquanto lideram o debate acerca dos principais temas da saúde ambiental.
 
Por isso, o Desafio a Saúde pelo Clima incentiva que as organizações de saúde ampliem sua ação climática com base em três pilares:
 
Desafio 2020 - Objetivos